Delegado Baretta diz que “sente nojo” do depoimento da mãe de Izadora Mourão


      com informações do 180graus

O coordenador do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), delegado Francisco Baretta, declarou em entrevista à TV Meio Norte, que sente nojo do depoimento dado pela senhora Maria Nerci dos Santos Mourão, condenada a 19 anos e 6 meses de prisão pelo assassinato da própria filha, a advogada Izadora Mourão.

Segundo o delegado, o depoimento de Maria Nerci estava cheio de contradições e que a sociedade precisa de justiça, o que não houve durante o julgamento. Baretta afirmou ainda que as provas cabais estão bem formuladas no inquérito, e que não há nenhuma dúvida de que João Paulo tenha participado junto com a mãe do homicídio triplamente qualificado.

O coordenador do DHPP declarou ainda em entrevista, que acreditava que o João Paulo não escaparia da condenação, mas que a justiça condenou uma assassina e deixou um assassino livre.

Em um vídeo, a advogada de Maria Nerci e João Paulo, Esmaela Macedo, declarou que o resultado foi muito satisfatório para a defesa.

“Sou advogada em Pedro II, atuei e continuarei atuando neste processo até o fim junto do Dr. Eduardo Faustino e da Dra. Priscila Falcão e aqui agradeço a parceria que juntos conseguimos provar a verdade, trazer a justiça e esclarecer os fatos sem nenhuma contaminação de ódio. A defesa desde o princípio trabalhou com provas, não com possibilidades. Trabalhamos com a verdade dos fatos e quem trabalha com a verdade não tem medo, por isso não apresentamos nenhum recurso, nenhum habeas corpus, quisemos que esse processo corresse com celeridade e correu. O judiciário foi muito competente e em 1 ano e um mês o caso foi esclarecido definitivamente. Parabenizo a atuação da polícia, a atuação do Ministério Público, o judiciário na sua conjuntura e aqui venho dizer que o resultado foi satisfatório para a defesa porque foi baseado nas provas”, declarou.

A advogada disse ainda que João Paulo Mourão será liberado ainda hoje do presídio de Altos. “Daqui a pouco o João Paulo será posto em liberdade por medida de justiça, estará em casa e tentará ser reintegrado a uma sociedade que lhe condenou sem ver suas provas”, finalizou.

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