Nota à imprensa:


Durante esta semana foram publicadas no Blog do Jailson Mendes, matérias sobre a Coligação Juntos por Nossa Gente (PSC, PV, AVANTE E PODEMOS), que tem como candidato à eleição majoritária o Sr. Mecinho, e que noticiaram alguns fatos sobre os quais cabe esclarecimentos.

Matéria 01 – Título: Justiça Eleitoral nega pedido da coligação de Mecinho para barrar atos de campanha de Carlos Figueiredo, em São João Batista.

Sobre esta matéria é necessário que seja explicado a população que antes de mais nada a Coligação “Pra vencer e Resolver”, composta pelos partidos PDT, PROS, PR e PCDOB e liderada pelo candidato Carlos Figueiredo entrou com uma representação na Justiça Eleitoral contra o candidato Mecinho na data de 26 de setembro de 2020, cujo número do processo é 0600284- 78.2020.6.10.0063.

É preciso esclarecer que em uma eleição todos os candidatos recebem apoio de advogados, contadores, publicitários e diversas outras pessoas para lhe auxiliarem na caminhada e que durante a disputa é comum a fiscalização mútua entre partidos que resulta em representações, reuniões, audiências e diversas medidas que os partidos tomam para coibir supostos abusos dos concorrentes, cabendo as instituições de poder como Polícia, Ministério Público e Judiciário estabelecer as balizas e diretrizes.

Desta forma, assim como o candidato Carlos Figueiredo representou contra o candidato Mecinho no dia 26 de setembro de 2020, o candidato Mecinho no dia 29 de setembro de 2020 também alertou a justiça eleitoral de condutas que estão sendo praticadas pelo candidato Carlos Figueiredo para que ao final, a justiça se manifeste sobre os fatos denunciados.

No caso do processo noticiado no blog, a estratégia do advogado que subscreveu a petição foi no entendimento de que poderia pedir em caráter antecipado que o juiz limitasse alguns atos do candidato Carlos que extrapolassem o direito de propaganda, que foi entendido pelo juiz tal pedido só teria cabimento até o dia 26 de setembro, mas que como a ação foi intentada após o dia 27, período em que o calendário eleitoral passou a permitir a propaganda, não seria mais caso de deferir o pedido em caráter liminar, estando ainda pendente o julgamento de ambas as ações.

Sobre a representação do Candidato Carlos, a coligação dele alega realização de propaganda eleitoral irregular (antecipada) e abusos à legislação durante toda a pré-campanha, especialmente durante a Convenção Partidária, com a presença massiva de eleitores e realização de ato público (carreata/passeata) por parte do candidato Mecinho.

A representação é inclusive vista com surpresa por Mecinho, pois está seguro que não cometeu nenhuma irregularidade eleitoral. As movimentações públicas de apoio recebidas foram de iniciativa do povo, não tendo o candidato participado de nenhuma manifestação direta ou indiretamente, tendo inclusive ficado surpreso, feliz e lisonjeado com essa demonstração de carinho.

O candidato a prefeito afirma que durante a Convenção Partidária foram cumpridas todas as normas estabelecidas. “Fizemos a convenção em um ginásio, que, só por sua estrutura, já não comporta muita gente. Participaram apenas as lideranças dos partidos da nossa coligação, alguns políticos convidados e apoiadores. Cumprimos tanto as regras eleitorais quanto os protocolos de segurança contra a Covid-19, limitando o número de participantes inclusive, e apenas com o ato formal para homologação das candidaturas a prefeito, vice e de vereadores”, explica Mecinho.

A representação do candidato Carlos Figueiredo contra Mecinho também está pendente de julgamento.

Matéria 02 – Título: Coligação de Mecinho entra na Justiça para barrar candidatura de Tâmara de Rico, da coligação de Carlos Figueiredo.

Matéria 03 – Título: Coligação de Mecinho diz que se equivocou e desiste de impugnação contra Tâmara de Rico, em São João Batista.

Sobre a matéria 02 e 03 cabe esclarecer que como já explicado anteriormente, se trata do exercício do direito de cada partido de fiscalização do pleito e de seus concorrentes, como também pode e deve fazer cada eleitor diante de qualquer ilegalidade que for verificada.

Sobre o caso específico da candidata Tâmara de Rico, documentos apontavam vínculo de emprego da candidata com a municipalidade de São João Batista que motivaram a impugnação de seu registro. Posteriormente as informações não se confirmaram sendo constatado o equívoco, situação diante da qual prontamente a equipe jurídica da coligação procedeu a correção das ações.

Importante destacar que todos os fatos noticiados fazem parte da rotina de bastidores de uma eleição e conforme se demonstrou, tanto o candidato Carlos Figueiredo como o candidato Mecinho realizaram representações um contra o outro, sendo necessário a veiculação das informações completas aos cidadãos joaninos para que estejam cientes dos fatos.

Acreditamos no compromisso e profissionalismo jornalísticos dos veículos de comunicação bem como na imparcialidade da imprensa para que suas matérias abarquem a eleição como um todo, trazendo o mesmo espaço, quantidade e qualidade informações sobre todos os candidatos, beneficiando a população garantindo assim o direito e acesso de todos, sem privilégios e perseguições.

Um abraço fraterno a todos os cidadãos joaninos. Coordenação de campanha da coligação Juntos por Nossa Gente (PSC, PV, AVANTE E PODEMOS)

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