4 mitos sobre gravidez que não têm a menor explicação científica



Gravidez é sempre um momento delicado na vida das mulheres. Isso porque os hormônios ficam à flor da pele e, claro, porque elas estão carregando uma vida nova dentro do próprio ventre. É por tanta responsabilidade que, provavelmente, os mitos sobre gravidez surgiram e é também por isso que eles nunca morrem de vez, por mais que a Ciência já tenha comprovado a ineficiência de muitas dessas teorias populares.

Quer um bom exemplo? Aqueles desejos malucos que as grávidas têm e que fazem muita gente sair correndo no meio da noite para buscar sorvete de chocolate com calda de caramelo e Doritos ou algo do tipo; podem fazer o bebê nascer com manchinhas na pele se não forem atendidos? Óbvio que não!

E o que dizer sobre mamães que comem por dois ou que deixam de malhar por causa da gestação? Mitos, mitos e mais mitos sobre gravidez. Sabia disso?

Como você vai ver abaixo, muitas dessas histórias foram criadas há muito tempo, provavelmente na época de seus avós ou dos avós deles e que, por algum motivo, ainda continuam sendo espalhados por aí, mesmo sem o menor apoio científico. Por que isso acontece, a gente nunca vai saber, mas estamos aqui para abrir os olhos das futuras mamães sobre o que devem acreditar ou não.

1. Desejo de grávida

É só descobrir que estão grávidas que as mulheres começam a inventar uma série de desejos, no mínimo, interessantes por comida. Não é mesmo? A verdade, no entanto, é que este é um dos grandes mitos sobre gravidez que persistem. Aliás, dizer que o bebê nascerá com uma mancha na pele se a mãe não comer o que tem vontade é uma mentira popular ainda maior e sem qualquer fundamento.

2. Azia = bebê cabeludo

2Sofrer com azia na gestação NÃO quer dizer que seu bebê terá muito cabelo. Normalmente, a irritação no estômago acontece devido às alterações hormonais da mãe. Logo, a afirmação é um dos belos mitos sobre gravidez.



3. “Rala e rola” na gravidez



Quem disse que as futuras mamães precisam ser celibatárias? Nada disso! A Ciência já provou que ter relações durante a gravidez não machuca o bebê e é saudável para a mãe, caso não haja uma restrição médica. O trabalho nisso tudo é encontrar uma posição confortável para a prática.



4. Exercício físico na gravidez


7Para muitas mulheres, além da desculpa de comer, a gravidez é também motivo para o completo abandono da malhação. No entanto, a Ciência diz que não existe o menor problema em grávidas praticarem exercícios físicos moderados, sob acompanhamento médico e de um profissional especializado. Pelo contrário, grávidas que se exercitam são mais saudáveis.


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